Foto: Antonio Augusto/TSE
A disputa presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) já provocou pelo menos 804 ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais que o dobro das 325 registradas no mesmo período de 2022. Em 2018, foram 388 processos. Os dados foram contabilizados até quarta-feira (21).
Segundo o g1, a judicialização se intensificou no 2º turno, principalmente em questões envolvendo propaganda eleitoral, informações falsas, inteligência artificial e canais de WhatsApp.
Um dos principais embates envolveu o canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado André Janones (Rede-MG), que chegou a 7,5 milhões de participantes. A campanha de Flávio pediu sua suspensão, alegando disseminação de mentiras. Após decisões divergentes, o TSE definiu que canais criados espontaneamente por apoiadores não precisam ser automaticamente vinculados às campanhas.
Para tentar reduzir a judicialização, o tribunal reuniu representantes das duas candidaturas em 13 de outubro. As campanhas concordaram em desistir de ações relacionadas à pré-campanha e de pedidos de direito de resposta do 1º turno.
Além das representações, o TSE recebeu 30 pedidos de investigação judicial eleitoral por possíveis abusos de poder político e econômico. Desse total, seis foram apresentados pela campanha de Lula contra Flávio e oito pela equipe do senador contra Lula e Geraldo Alckmin. A admissão dessas ações não significa condenação dos envolvidos.
Com informações do g1
Foto: Antonio Augusto/TSE
A disputa presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) já provocou pelo menos 804 ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais que o dobro das 325 registradas no mesmo período de 2022. Em 2018, foram 388 processos. Os dados foram contabilizados até quarta-feira (21).
Segundo o g1, a judicialização se intensificou no 2º turno, principalmente em questões envolvendo propaganda eleitoral, informações falsas, inteligência artificial e canais de WhatsApp.
Um dos principais embates envolveu o canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado André Janones (Rede-MG), que chegou a 7,5 milhões de participantes. A campanha de Flávio pediu sua suspensão, alegando disseminação de mentiras. Após decisões divergentes, o TSE definiu que canais criados espontaneamente por apoiadores não precisam ser automaticamente vinculados às campanhas.
Para tentar reduzir a judicialização, o tribunal reuniu representantes das duas candidaturas em 13 de outubro. As campanhas concordaram em desistir de ações relacionadas à pré-campanha e de pedidos de direito de resposta do 1º turno.
Além das representações, o TSE recebeu 30 pedidos de investigação judicial eleitoral por possíveis abusos de poder político e econômico. Desse total, seis foram apresentados pela campanha de Lula contra Flávio e oito pela equipe do senador contra Lula e Geraldo Alckmin. A admissão dessas ações não significa condenação dos envolvidos.
Com informações do g1
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